Você comete algum destes 7 erros mais comuns no tratamento dos piolhos?


Se você é mãe e possui filhos em idade escolar pode já ter se deparado com o parasita “passeando” no couro cabeludo do seu pequeno. Muitas vezes na intenção de acabar com o sofrimento das nossas crianças optamos pelas famosas receitinhas caseiras ou até mesmo tratamentos mais agressivos somente para se ver livre da praga.

Existem inúmeros tipos de tratamento contra piolhos, porém, a grande maioria são ineficazes, ou pior, extremamente danosos à saúde!

Parece exagero dizer que o tratamento inadequado para piolhos pode ser prejudicial à saúde e em casos extremos levar à morte da criança, mas não é.

Vamos relatar casos reais de mães que colocaram a vida dos filhos em risco pelo simples fato de não buscarem tratamentos comprovados, seguros e não nocivos, principalmente por falta de informação e até mesmo considerar a contaminação por piolhos um fato natural da infância.

Sendo assim, se você comete algum destes 7 erros mais comuns no tratamento dos piolhos fique atenta, pois você pode estar colocando a integridade do seu filho em risco! Confira!

Erros mais comuns no tratamento dos piolhos

1.  Receitas caseiras

Este primeiro tópico pode ser classificado como erro por representar um caminho bem mais longo a ser seguido na busca pela cura da pediculose.

A verdade é que existem muitos tratamentos caseiros contra piolhos, como por exemplo a aplicação de substâncias usadas costumeiramente na cozinha, como é o caso do uso de chás no enxágue dos cabelos.

O tratamento com vinagre de maçã também é lembrado com frequência. O produto contém diversos componentes do ácido acético que agem quebrando a proteção que as lêndeas (ovo do piolho) usam para se prenderem aos fios. Contudo, seu uso pode ocasionar ardência no couro cabeludo devido à pequenas lesões causadas pela coceira constante.

A grande questão é que estes tratamentos necessitam de muita paciência dos pais pois, para a obtenção de resultados minimamente satisfatórios, é necessário repetir várias vezes a aplicação, o que gera um trabalho imenso, além de resistência por parte da criança.

Além disso, a maioria dos tratamentos caseiros são a base de ingredientes com cheiro muito forte que podem incomodar e até mesmo agravar o quadro de pessoas com problemas respiratórios como a rinite alérgica por exemplo.

2. Administração de medicamentos sem receita médica

Os medicamentos contra piolho como comprimidos ou shampoos surtem efeitos, porém, alguns fatores de risco devem ser levados em consideração visando manter a saúde dos pacientes, como:

  • O uso inadequado do medicamento via oral ou administração externa.
  • Alergia do paciente a algum componente da fórmula.
  •  Risco de intoxicação.

Segundo Extra, em 2015 onze crianças foram internadas com intoxicação e uma morreu devido ao uso de agrotóxico ou à aplicação incorreta de remédios para matar piolho, apenas em um hospital de Belo Horizonte.

De acordo com o pesquisador Júlio Vianna Barbosa, chefe do Departamento de Biologia do Instituto Oswaldo Cruz (IOC), casos de intoxicação decorrentes de tratamento contra piolho são comuns em todo o país, especialmente em meses quentes.

Diante disso, é vital priorizar o bem estar do seu filho antes de administrar quaisquer medicamentos de uso tópico ou oral.

Ao primeiro sinal de alergia, lave imediatamente a cabeça da criança e leve-a a uma emergência.

3. Tratamentos ineficazes

Alguns tratamentos naturais ou manuais são um grande erro pelo fato de serem ineficazes não passando de mitos, ou por não atingirem a real causa da proliferação do parasita que são as lêndeas.

São chamadas de lêndeas os ovos do piolho. Elas são postas cerca de 1 centímetro acima do couro cabeludo e possuem uma espécie de cola que as fixam nos fios e protegem de substâncias contidas em shampoos ou condicionadores por exemplo.

Desta forma, alguns métodos como o uso de remédios via oral ou a utilização de shampoos e loções para piolho acabam sendo ineficazes e a criança fica exposta a uma reinfecção.

4. Tratamentos com agrotóxicos ou inseticidas

Agrotóxicos, inseticidas ou qualquer outro produto que possui finalidades distintas nunca devem ser usados no tratamento contra piolho, já que possuem substâncias químicas que podem ser absorvidas rapidamente pela pele!

Ainda segundo a matéria realizada pelo Extra, das 11 vítimas de intoxicação em Minas, quatro eram irmãs, com idades entre 8 e 12 anos. A mãe usou um agrotóxico para acabar com os piolhos. Elas foram levadas ao hospital, sendo que uma das meninas ficou internada dois dias na UTI.

Em fevereiro do mesmo ano outra criança de 9 anos não resistiu à intoxicação. Após os pais terem aplicado agrotóxico para combater a infestação, a menina foi internada, passou dois meses na UTI, e morreu de falência múltipla dos órgãos, decorrente do uso do produto.

Atenção: Creolina, Querosene, Neocid e afins, não são recomendados para o tratamento da pediculose e podem matar!

5. Falta de informação

A informação é fator determinante na saúde e bem estar das nossas crianças, por isso, todo e qualquer tratamento deve ser prescrito e acompanhado por um profissional médico.

Mas isso não impede os pais de pesquisarem em fontes seguras e estudarem melhores formas a fim de sanar problemas e/ou enfermidades dos filhos.

Lembre-se que aquela solução mais barata ou caseira no final pode custar caro ou até ser irreversível, por isso tenha em mente que o tratamento contra pediculose deve ser realizado priorizando a integridade física da criança e não apenas como um método para a eliminação da praga.

6. Negligência

Os piolhos vivem no máximo 30 dias e a fêmea produz em média, de 150 a 300 ovos ao longo da vida, sendo que cada ovo possui várias ninfas (nome do estágio do piolho logo que sai do ovo).

Diante disso, podemos concluir que a proliferação do parasita é muito rápida, necessitando de cuidados logo no surgimento dos primeiros sintomas, que podem incluir:

  • Sensação de cócegas, ou algo andando sobre a pele.
  • Coceira intensa e constante.
  • Vermelhidão em áreas do couro cabeludo.
  • Em crianças menores pode notar-se irritabilidade e dificuldade para dormir.

Ao identificar algumas das reações citadas acima deve-se procurar orientação para tratamento. Faltar com atenção e cuidados somente irá piorar a situação.

O aparecimento de lêndeas, ínguas e infecções secundárias indica que a infestação está em estágio avançado e necessita de cuidados urgentes.

7. Preconceito

Segundo especialistas o inseto não está associado à baixa renda ou à falta de higiene.

Piolho gosta de cabelo limpo, por isso, quem lava o cabelo diariamente também pode ser infectado.

Todas as crianças em idade escolar, principalmente meninas estão sujeitas a terem piolho devido ao contato direto com outras crianças ou pelo compartilhamento de objetos pessoais como bonés, escovas ou presilhas de cabelo.

Achar que o problema é exclusivo de regiões mais pobres é, além de uma atitude preconceituosa, uma forma temerária de cuidar da saúde das crianças.

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